Bolsonaristas do PSL e DEM rejeitam a fusão dos dois partidos

O início da fusão entre DEM e PSL será oficializada em outubro deste ano. Com a previsão de limar o 17 das urnas (número do PSL) e aspirar à condição de terceira via para as eleições de 2022, a nova legenda ainda sem nome perderá a companhia dos bolsonaristas convictos que hoje são filiados aos dois partidos.

Parte desses irá para onde for Bolsonaro, no momento sem partido. Entre os que ensaiam a diáspora, Carla Zambelli (SP), Coronel Tadeu (SP) e Bia Kicis (DF), todos do PSL. No DEM, os bolsonaristas fazem as contas para saber o que será melhor para eles. Peça-se tudo a um político, menos que se suicide.

PSL e DEM têm juntos 81 parlamentares na Câmara e no Senado. Mesmo com a possível debandada, futuros dirigentes do novo partido estimam que até março próximo poderão alcançar a cifra de 100, atraídos pelo dinheiro do fundo partidário a ser gasto nas campanhas e o tempo de propaganda no rádio e na televisão.

Este blog ouviu há pouco 7 deputados bolsonaristas do PSL. Deles, 3 disseram que acompanharão Bolsonaro na sua escolha (Zambelli, Tadeu e Marcelo Brum, RS); 4 sairão do partido, mas ainda não decidiram para onde irão (Carolina De Toni, SC, Kicis, Ubiratan Antunes Sanderson, RS e Major Fabiana, RJ).

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