Reprovação ao governo Bolsonaro sobe para 53%, aponta pesquisa Ipec; aprovação é de 22%

Na pesquisa anterior, aprovação era de 24%, e reprovação, de 49%. Pesquisa Ipec divulgada nesta quarta-feira (22) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro:
Ótimo/bom: 22%
Regular: 23%
Ruim/péssimo: 53%
Não sabe/não respondeu: 1%
Na pesquisa anterior, feita em junho, o percentual de ótimo/bom era 24%, o de regular, 26%, e o de ruim/péssimo, 49%. O percentual dos que não sabiam/não responderam não se alterou (1%).
A pergunta feita pelo instituto foi “Na sua avaliação, o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo”, com as opções “Ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”. Somados, os itens “ótimo” e “bom” correspondem ao percentual de aprovação da administração; e os itens “ruim” e péssimo”, ao de reprovação.
O levantamento do Ipec foi feito de 16 a 20 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.
O Ipec foi criado por ex-executivos do Ibope Inteligência após o seu encerramento. O novo instituto de pesquisa atua na área de consultoria e inteligência em pesquisas de mercado, opinião pública e política.
Forma de governar
Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente. Nesse caso, a pergunta feita foi: “E o(a) sr(a) aprova ou desaprova a maneira como o presidente Jair Bolsonaro está governando o Brasil?” Sobre este quesito, os resultados foram:
Aprova: 28%
Desaprova: 68%
Não sabe/não respondeu: 4%
No levantamento anterior, 30% dos entrevistados aprovavam a maneira de governar de Bolsonaro, 66% desaprovavam e 4% não souberam ou não responderam.
Confiança no presidente
A pesquisa também fez a pergunta: “E o(a) sr(a) confia ou não confia no presidente Jair Bolsonaro?” Os percentuais foram:
Confia: 28%
Não confia: 69%
Não sabe/não respondeu: 3%
No levantamento anterior, 30% dos entrevistados diziam confiar em Bolsonaro, 68% diziam não confiar e 2% não souberam ou não responderam.
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