OMS torna mais rígidas as recomendações para controlar a poluição do ar

E a Organização Mundial da Saúde mandou um recado para o Brasil: ‘Dependemos do Brasil, em termos de biodiversidade, para garantir que os nossos pulmões tenham uma saúde melhor.’ OMS torna mais rígidas recomendações para controle da poluição do ar.
A Organização Mundial da Saúde tornou mais rígidas as recomendações para controlar a poluição do ar, e mandou um recado ao Brasil.
O diretor-geral foi claro: quase todos no planeta estão expostos. E não é a pouca coisa, não. A poluição do ar aumenta o risco de doenças respiratórias, como pneumonia, e também de doenças cardíacas, AVC e câncer.
A consequência é devastadora: 7 milhões de pessoas por ano morrem de maneira precoce. “Não há nada mais essencial para a vida do que o ar”, lembrou Tedros Adhanom.
Foi por isso que, depois de 16 anos, a OMS refez as contas e reduziu os níveis máximos recomendados para os principais poluentes da atmosfera, entre eles, o dióxido de nitrogênio e o monóxido de carbono.
Se o mundo respeitar os novos limites, até 80% das vidas atualmente perdidas por causa da poluição podem ser poupadas.
“Apelo a todos os países para que coloquem essas diretrizes em prática, para salvar vidas, apoiar comunidades saudáveis e ajudar a enfrentar a crise climática”, disse Tedros Adhanom.
Ao responder a uma pergunta da repórter, da Globo, Bianca Rothier sobre o Brasil, a diretora da OMS para Assuntos de Meio Ambiente, Mudança Climática e Saúde, Maria Neira, disse que o país tem recursos naturais incríveis, bons profissionais de saúde e setores de inovação, e por isso deve avançar num desenvolvimento sustentável verde e saudável.
Nas palavras dela: “Dependemos do Brasil, em termos de biodiversidade, para garantir que os nossos pulmões tenham uma saúde melhor.” Ela cobrou a proteção da Amazônia, e concluiu: “Definitivamente, o Brasil é um lugar fundamental.”
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