Justiça autoriza condução coercitiva de lobista que faltou à CPI

A CPI da Covid-19 foi autorizada, nesta segunda-feira (13/9), pela Justiça Federal a solicitar a condução coercitiva de mais um depoente: o lobista Marconny Albernaz de Faria. Mais cedo, a 15ª Vara Federal de Brasília permitiu que o colegiado adotasse a medida caso o advogado Marcos Tolentino se abstivesse de depor. 

Marconny é esperado para depor nesta quarta-feira (15/9). Ele faltou ao primeiro depoimento, agendado para ocorrer em 2 de setembro.

Na ocasião, apresentou atestado médico do hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Após contato com a cúpula da CPI, o médico responsável pelo atendimento decidiu anular a validade do documento, alegando que o lobista teria simulado o quadro de saúde.

Em nota divulgada na última semana, o lobista afirmou que irá ao Senado para se colocar à disposição e prestar esclarecimentos aos parlamentares.

“Esta semana mesmo comparecerei ao Senado para confirmar minha convocação e meu desejo de prestar todos os esclarecimentos à CPI”, consta na nota. Marconny Albernaz também afirmou que não é “um foragido da CPI”.

“Sequer fui intimado. Estou à disposição da comissão para prestar depoimento”, afirma no documento.

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