José Yunes, velho amigo de Temer, é outro chave de cadeia presente no jantar em que a elite do poder zombou Bolsonaro

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O anfritrião Naji Nahas, preso diversas vezes por crimes no mercado financeiro, não era o único chave de cadeia no jantar organizado por Temer com a elite do poder para zombar de Bolsonaro.

Outro velho comparsa do golpista também estava na mesa: o advogado José Yunes, 83 anos, que foi preso em 2018 no inquérito sobre o decreto dos portos que investigou o próprio Temer.

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A investigação que levou Yunes à prisão apurou se Temer praticou os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por causa de um decreto suspeito que ampliou de 25 para 35 anos os prazos dos contratos de concessão e arrendamento de empresas que atuam em portos e permitiu que eles possam ser prorrogados até o limite de 70 anos.

O esquema teria beneficiado a empresa Rodrimar, através de seu presidente, e também amigo de Temer, Antônio Grecco.

Yunes e a mansão de Marcela Temer

Yunes também se envolveu em outro rolo com Temer, neste caso na venda de uma mansão  à Marcela Temer, mulher do golpista.

Foi preso e teve de prestar esclarecimentos à Polícia Federal.

O advogado confirmou a venda da cada no bairro de Alto de Pinheiros, em São Paulo.

A mansão hoje é alugada e a renda destinada para Marcela e o filho mais novo de Temer, Michelzinho.

Veja quem são os convidados que aparecem no vídeo:  Michel Temer;
Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro; Gilberto Kassab; Johnny Saad, presidente da Band; Roberto D’Ávila; Antonio Carlos Pereira, ex-editorialista do Estadão; Naji Nahas, o anfitrião; Raul Cutait, do Sírio-Libanês, e  José Yunes.

 

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