Prefeito preso em Guarujá foi carro-chefe de filiações do PSDB em SP

A prisão do prefeito de Guarujá, Valter Suman, é um duro problemão de imagem para o PSDB de São Paulo. Suman foi anunciado no dia 20 de julho como o principal nome de uma rodada de 66 filiações de prefeitos, visando à organização de palanques estaduais para as eleições de 2022.

A Polícia Federal prendeu Suman nesta quarta-feira (15/9), sob a suspeita de integrar um esquema de desvios de verbas na rede pública de saúde. Na casa de Suman foram encontradas volumes significativos de dinheiro em espécie.

A cerimônia de filiação de Suman teve a presença do vice-governador Rodrigo Garcia, que definiu aquele como um dia “muito especial para todos nós”.

O secretário de Desenvolvimento Regional e presidente do PSDB estadual, Marco Vinholi, afirmou que era “um dos melhores prefeitos do Brasil” e representava um “grande ganho para o partido”.

A filiação de Suman foi uma amostra de força do PSDB paulista porque ele era o vice-presidente do diretório estadual do PSB, que é chefiado por Márcio França. O ex-governador é cotado para repetir a dobradinha com Geraldo Alckmin na eleição ao governo de São Paulo em 2022. Espera-se que Alckmin saia do PSDB para disputar o cargo. O desafio, no caso, seria montar uma chapa forte sem contar com o poder da máquina estadual ao seu dispor.

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