Menina que atirou em amiga não vai à reconstituição do crime em Cuiabá

A amiga de Isabele Guimarães, suposta responsável pelo disparo acidental que matou a garota de 14 anos no mês de julho na cidade de Cuiabá, faltou à reconstituição do crime, realizada na noite desta terça-feira (18) no condomínio de luxo no qual ela morava.

A justificativa dada pela defesa da adolescente era de que ela não tinha condições psicológicas para realizar o procedimento. Uma pessoa com mesmo peso e estatura a substituiu na cena do crime.

Ao todo, 41 profissionais da Polícia Civil do Mato Grosso participaram da reconstituição. De acordo com o canal Centro América, três disparos foram usados na simulação, que busca esclarecer o crime. Perícias preliminares descartaram que o tiro tenha ocorrido de forma acidental e pontuaram que a arma não poderia disparar sem ter sido acionada. O acionamento involuntário do gatilho, porém, não foi descartado pela polícia.

Isabele Guimarães morreu com um tiro na cabeça dentro do banheiro de uma suíte na casa da amiga, em um condomínio de luxo de Cuiabá. Na ocasião, a amiga dela assumiu o disparo e disse que ele ocorreu enquanto ela guardava a pistola a pedido do pai. Além de descartar o tiro acidental, a perícia também pontuou que a arma estava apontada entre 20 e 30 centímetros de distância do rosto da vítima e que a trajetória da bala foi reta.

O pai da adolescente chegou a ser preso por não ter o porte da arma que causou a morte, mas foi solto mediante pagamento de fiança.

jovem de óculos

Isabele foi atingida por tiro acidental

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